Os cachorros vivem em média 14 anos, já os gatos podem chegar a até 18. Durante todo esse tempo, eles são companheiros, fiéis e tornam a vida de quem vive com eles mais leve. Mas quando nos deixam, o luto pela perda de um amigo é sempre muito doloroso. Nesse momento, como se despedir do seu pet da melhor forma?

Assim como em outros estados do Brasil, a cremação dos animais é uma alternativa cada vez mais comum. No Espírito Santo, temos empresários do ramo Pet que já estão com o projeto bem adiantado e os pacotes já vêm sendo procurados pelos clientes .

A ideia é prestar um serviço que vai dar um conforto emocional para o tutor do animal. É um momento muito difícil, as pessoas não sabem o que fazer com o corpo. Algumas pagam para que as clínicas veterinárias se encarreguem desse momento, outras procuram cemitérios próprios, mas isso ainda gera muita dor. Por isso, a cremação é uma opção que vem crescendo”, disse Thiago Batista, idealizador do crematório Lifepet Memory e fundador do Lifepet Saúde (1º plano de saúde animal do ES certificado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo – CRMV-ES).

Morte inesperada

A funcionária pública Renata Fernandes era tutora da Petite, uma Basset que teve uma morte inesperada.

“Minha cachorrinha tinha apenas 4 anos, era saudável, alegre, sempre com as vacinas em dia, nunca teve nenhum problema de saúde. Então eu nunca tinha pensado na morte, nem nas consequências”.

Mas de uma hora para outra a Petite passou mal! O diagnóstico foi uma paralisia na coluna. Em poucos dias ela morreu.

“Foi o pior dia da minha vida. Ela morreu no domingo e a clínica me avisou que ela teria que ficar congelada até segunda-feira para eu resolver o que faria. Ainda não tinha crematório, então resolvermos enterrar. Mas ver o corpo sendo enterrado é muito triste. Hoje, certamente eu cremaria ela e fico mais tranquila de ter essa opção aqui no Estado”, disse Renata.

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